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Investigação
Empírica - Estudos Recentes
(1) |
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Apresentamos,
a seguir,
uma síntese
(de parte)
do trabalho
de investigação
empírica
que o NES
tem vindo
a desenvolver.
Para o enquadrar
teoricamente,
aprofundar
aspectos estatísticos,
procedimentais
e metodológicos
e aceder a
grande parte
dos quadros
e resultados,
poderá
consultar
os seguintes
artigos:
Sampaio, D.
et al. (2000).
Representações
sociais do
suicídio
em adolescentes
- As explicações
dos jovens,
Análise
Psicológica,
série
XVIII (2),
139-155.
Oliveira,
A. et al.
(2001). As
Preocupações
dos jovens
face ao Suicídio
- Representações
sociais do
suicídio
na adolescência,
Psiquiatria
Clínica,
22, (1), 41-48.
Este trabalho
- sendo parte
de uma investigação
ainda por
concluir -
insere-se
no âmbito
das Actividades
de Investigação
do NES.
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Metodologia |
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Sujeitos
A
amostra foi
constituída
por adolescentes,
estudantes
do 10º,
11º e
12º anos
de escolas
secundárias
de Santarém,
Guimarães,
Évora
e Lisboa,
num total
de 822 sujeitos
- 386 rapazes
e 431 raparigas
(5 sujeitos
não
indicaram
o sexo). O
Quadro 1 apresenta
a distribuição
dos sujeitos
por sexo e
idade, enquanto
o Quadro 2
indica a sua
distribuição
por região
e ano de escolaridade.
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Quadro
I
| Idade |
Rapazes |
Raparigas |
Total |
| Até
aos
16
anos |
20,6% |
19,6% |
20,1% |
| 17
anos |
27,3% |
34,2% |
31,0% |
| 18
anos |
30,7% |
31,8% |
31,3% |
| 19
anos
ou
mais |
21,4% |
14,4% |
17,7% |
| Total |
46,9% |
53,1% |
100% |
|
média-etária:
17,55 desvio-padrão:
1,26
Quadro
II
| Região |
10º
ano
|
11º
ano
|
12º
ano
|
Total |
| Évora |
20,1% |
31,6% |
17,0% |
23,5% |
| Guimarães |
22,0% |
19,2% |
27,8% |
22,7% |
| Lisboa |
37,9% |
31,3% |
43,6% |
37,1% |
| Santarém |
20,1% |
17,9% |
11,6% |
16,7% |
| Total |
32,5% |
37,8% |
29,7% |
100% |
|
(
estes dados foram
recolhidos em
1999 )
|
 |
| |
Nesta
população,
34,4%
dos jovens
já
teve ideias
de suicídio,
uma ou mais
vezes. Entre
estes adolescentes,
7%
fizeram pelo
menos uma
tentativa
de suicídio
(TS).
|
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|
Variáveis |
 |
| |
Consideraram-se como variáveis independentes:
o sexo; a idade (constituiram-se 2 grupos:
um com idades compreendidas entre os 15 e
os 17 anos e outro com os jovens acima dos
19 anos); o ano de escolaridade (10º,
11º e 12º ano); a região
(Guimarães, Santarém, Lisboa
e Évora); e as ideias de suicídio
(presença ou ausência de ideação
suicida). Foram estudadas como variáveis
dependentes as dimensões explicativas
que estruturam as representações
sociais do suicídio.
|
 |
|
Procedimento |
 |
| |
No
sentido de
responder
aos objectivos
gerais da
investigação,
foi construído
(e previamente
validado)
um instrumento
constituído
por duas partes:
|
| - |
A
primeira com
questões
abertas com
vista a identificar
os conteúdos
representacionais
- ou dimensões
(significantes)
de representação
- que estruturam
as ideias
(pensamentos),
sentimentos
e imagens
(metáforas)
em relação
ao suicídio.
|
| - |
A
segunda parte correspondendo a um questionário
estruturado (perguntas fechadas) com diversos
indicadores, de modo a identificar: as dimensões
explicativas da representação
do suicídio; as crenças sobre
o suicídio; as atitudes face ao suicídio
e estratégias de prevenção;
a importância/impacto das notícias
sobre o suicídio; a percepção
de situações justiça na
relação com os pais e com os amigos,
a frequência com essas situações
lhes acontecem e o modo como essas situações
podem levar a ideias de suicídio; a auto-estima
pessoal e auto-estima social dos adolescentes,
as pertenças grupais e as suas funções
na prevenção do suicídio;
a influência do contacto com o suicídio;
e um conjunto de questões para caracterizar
os adolescentes desta amostra. Os itens que
operacionalizam estas dimensões foram
construídos a partir da análise
de conteúdo a entrevistas inicialmente
realizadas e com base na revisão de literatura
sobre as representações sociais
e o suicídio (e.g., Sampaio, 1991; Ordaz,
1995; Valentim, 1997; Oliveira, 1995; Saraiva,
1997).
|
 |
|
Tratamento
dos Dados |
| |
Efectuaram-se
vários
procedimentos
para se obter
uma descrição
detalhada
dos dados
e diversas
Análises
Factoriais
em Componentes
Principais,
com o objectivo
de analisar
as estruturas
das diversas
dimensões
que integram
o questionário.
Realizaram-se
análises
de variância
para analisar
os efeitos
das variáveis
independentes
sobre as dimensões
representacionais
obtidas.
|
 |
|
Principais
Resultados |
|
Os
jovens recorrem
a uma multiplicidade
de razões
para explicar
o suicídio
que nos remetem
para uma abordagem
multidimensional,
onde se salientam
as dimensões
representacionais
(significativas)
de natureza
intra-individual
(baixa auto-estima,
sentimentos
de perda,
desilusão
e insegurança),
interactiva
(injustiça
relacionada
com os amigos,
injustiça
relacional
e injustiça
distributiva),
psicossocial
(influência
social/isolamento)
e biológica
(factores
biológicos).
Esta estrutura
das dimensões
de significação
sobre as explicações
do suicídio,
revela uma
diversidade
que concorda
com a perspectiva
teórica
de uma causalidade
multifactorial
e complexa
do suicídio
(e.g., Sampaio,
1991) e se
afasta da
visão
dicotómica
característica
de uma vertente
mais clássica.
Para os nossos
jovens, as
causas
que mais podem
contribuir
para o suicídio
são,
antes de mais,
os problemas
- principalmente
os problemas
familiares
- e as dificuldades
para os resolver,
a falta de
amigos, a
droga e o
álcool;
estas constituirão
representações
hegemónicas
(Moscovici,
1988), partilhadas
pela maioria
dos jovens
inquiridos.
A insegurança
e a baixa
auto-estima
são
consideradas
como razões
preponderantes
que podem
levar um jovem
ao suicídio.
Igualmente
muito importantes,
são
os sentimentos
de perda,
a dor e a
desilusão,
bem como a
influência
social (traduzida
no modo como
é ou
não
conseguida
a integração
e a identificação
grupal/social)
e o isolamento.
Os factores
biológicos
e a solidão
face aos problemas
são
outras causas
a salientar.
Quanto
às
atitudes
consideradas
como mais
importantes,
face a
alguém
conhecido
ou amigo com
ideias de
suicídio,
salientamos
a tentativa
de perceber
os motivos
ou problemas
desse colega,
procurando
tirar-lhe
essas ideias
da cabeça,
a vontade
de não
o deixar só,
a tentativa
de o ocupar
com actividades
de grupo e
o pedido de
ajuda a um
especialista
- atitudes
amplamente
partilhadas.
Consideramos
ainda como
preponderantes
a confidencialidade
e a lealdade
face a esse
colega em
situação
de risco -
o que pode
ser difícil
de conjugar
com a vontade
de o ajudar.
Em
relação
à prevenção
do suicídio,
a medida mais
considerada
pela quase
totalidade
dos jovens
foi: Os pais
falarem mais
com os filhos
sobre os problemas.
Daí
recordarmos
como é
fundamental
existir uma
boa comunicação
entre pais
e filhos.
Depois dessa
medida, salientou-se
a necessidade
de ter uma
disciplina
onde se abordem
temas que
digam respeito
às
dificuldades
dos jovens
e a criação
de um espaço
na escola
onde possam
falar com
pessoas mais
experientes.
De facto,
a necessidade
de informação
e de formação
específica,
foi um importante
factor que
obtivemos.
Verificámos
importantes
diferenças
no modo como
os rapazes
e as raparigas
representam
o suicídio
juvenil. As
raparigas
sobressaem
pelo seu maior
envolvimento
emocional
e sentido
prático,
mais voltado
para a acção,
o que se denota
em múltiplos
aspectos (nomeadamente
de natureza
interacional),
que elas salientam
mais do que
os rapazes:
a família
não
compreender
o jovem, não
ter amigos,
a importância
dos pais falarem
com os filhos,
a necessidade
de (in)formação,
tentar perceber
os problemas
que preocupam
o colega,
pedir ajuda
a um especialista,
ter uma disciplina
onde se fale
de suicídio,
não
deixar o colega
só,
tentar tirar-lhe
a ideação
suicida e
ocupá-lo
com outras
actividades
(grupais).
Esta tendência
para as raparigas
revelarem
um maior envolvimento
afectivo-emocional
com a morte
e o suicídio,
concorda com
resultados
anteriores
(e.g., Oliveira,
1999; Oliveira
e Amâncio,
1999; Sampaio,
1991, 1999).
Relativamente
à idade,
foram os mais
novos (16
e 17 anos)
que salientaram
algumas das
causas internas
para o suicídio
- a dor, os
sentimentos
de perda e
a desilusão
- e duas causas
externas -
a droga e
o álcool.
Quanto ao
ano de
escolaridade,
são
os jovens
do 10º
ano que mais
salientam
os sentimentos
de perda,
a dor e a
desilusão.
Os alunos
do 10º
e do 11º
anos, mais
do que os
do 12º
ano, dão
maior importância
à necessidade
de (in)formação
e aos factores
biológicos,
bem como à
criação
de um espaço
de discussão
na escola
e à
criação
de uma disciplina
onde se fale
de suicídio.
Por outro
lado, são
os estudantes
do 12º
ano que mais
referem a
insegurança
e a baixa
auto-estima
como causas
do suicídio
e mais valorizam
o dar importância
a quem lhes
fala de ideias
suicidas.
São
os jovens
de Évora
e de Guimarães
que mais evidenciam
a influência
social e o
isolamento
como causas
de suicídio
(e, tendencialmente,
referem ainda
os factores
biológicos).
É também
nestas regiões
- e muito
particularmente
em Évora
- que os adolescentes
consideram
com maior
premência
a criação
de um espaço
apropriado
para diálogo
na escola.
Consideremos
agora a presença
ou ausência
de ideação
suicida:
os jovens
que nunca
tiveram ideias
de suicídio
são
os que mais
facilmente
pediriam ajuda
a um especialista,
caso tivessem
um colega
ou amigo com
ideação
suicida; mas
são
os adolescentes
que já
tiveram uma
ou mais vezes
ideias de
suicídio
que dão
maior importância
à insegurança
e à
baixa auto-estima
como causas
do suicídio
juvenil. Constata-se
ainda que
os jovens
com ideação
suicida escolhem
sobretudo
razões
de natureza
intra-individual
(problemas
de personalidade,
vergonha de
si próprio),
psicossocial
(não
ter oportunidades
para se integrar
socialmente,
ser posto
de parte pelos
outros) e
biológica
(doença
mental, doença
incurável).
São
os jovens
que nunca
tiveram ideias
de suicídio
que atribuem
maior importância
à droga
e ao álcool
como possíveis
razões
do suicídio;
revelam uma
atribuição
externa, o
que facilita
a associação
do suicídio
ao comportamento
desviante
(afastando-o
para uma área
de recriminações
e não
ditos, que
a sociedade
condena).
|
 |
|
Breve
discussão
dos resultados |
| |
Podemos
reter várias
ideias. A
primeira e
a mais importante
neste contexto
é a
de que, na
realidade,
os jovens
pensam nesta
questão
e preocupam-se.
Dão
aos problemas,
a nível
individual,
social e,
principalmente,
familiar,
a maior relevância.
E às
dificuldades
que daí
advêm,
quando não
se sabe ou
não
se consegue
encarar, abordar
e ultrapassar
essas mesmas
situações.
A quem recorrer,
como decidir,
... como agir?
Muitas perguntas
perdem-se
ou não
encontram
resposta e,
por vezes,
a única
saída
parece ser
mesmo o suicídio.
Poderá,
cada um de
nós,
estar ainda
mais atento
e ajudar a
perceber que
existem outros
pontos de
vista e outras
alternativas
possíveis
(e.g., Blackburn,
1982; Sampaio,
1991, 1993,
1996; Schneidman,
1996).
Os jovens
recorrem a
uma multiplicidade
de causas,
atitudes e
razões
para explicar
o suicídio
- remetendo
para uma abordagem
multidimensional
- onde se
salientam
as representações
de natureza
afectivo-emocional
e intra-individual
(como a insegurança,
a baixa auto-estima,
os sentimentos
de perda,
a dor ou a
desilusão).
As explicações
e representações
do suicídio
variam com
o sexo, a
idade, o ano
de escolaridade,
a região
(onde os jovens
estudam) e
o facto de
já
terem ou não
pensado em
suicídio.
Esta constatação
assume particular
importância
para o delinear
de estratégias
preventivas
adequadas
a cada contexto
e situação
específica.
Podemos, em
conjunto,
renovar as
ideias, reflectir
acerca dos
"sinais
de risco",
dos significados
dos comportamentos
de risco e,
mais propriamente,
dos gestos
suicidas -
e simbolismos
que se lhes
associam.
Muitos jovens,
ao se "exprimirem",
alertam-nos
para a necessidade
da compreensão
e, acima de
tudo, de afecto
e do trabalho
de prevenção
- no qual
os pais, a
escola e todos
os seus intervenientes,
os técnicos
de saúde,
os autarcas
e os políticos,
têm
um papel fundamental
(e insubstituível)
a desempenhar.
Não
é fácil
entendermos
os múltiplos
factores -
internos e
externos -
e os vários
contextos
- familiares,
culturais,
psicossociais
- que podem
conduzir um(a)
jovem ao suicídio.
Quão
confuso, triste,
só
e desesperado
se sentirá
um(a) jovem
para, num
derradeiro
acto, tentar
a sua morte?
Se um(a) jovem
se suicida
é porque
não
conseguiu
encontrar
razão
e estímulo
para viver,
não
suportou as
suas preocupações,
não
foi capaz
de perceber
a vida ou
não
encontrou
quem o auxiliasse
a equilibrar-se.
E então,
um pedaço
de nós,
morre com
ele. Pois
"ninguém
morre sozinho"
e "nada
é mais
importante
do que a dignidade
na morte"
(Sampaio,
1991, 1997).
Mas, quem
"vai
dar apoio
aos pais que
perderam um
filho, quem
pensa nos
professores
que falaram
pela última
vez com o
jovem, onde
estão
aquelas pessoas
disponíveis
para amparar
os amigos
deixados sós?"(Sampaio,
1999a, p.
8). Esta situação
revela-nos
uma face do
fracasso do
modelo de
sociedade
e do "projecto
de modernidade"
que consagrámos
(Oliveira,
1999).
Poderemos
agir melhor
e encontrar
o que nos
aproxima.
Para que as
diferentes
gerações
cooperem,
em consciência.
Para que as
"vozes"
da adolescência
normal não
se transformem
em "ruídos"
ininteligíveis
e para que
os "ruídos"
"se possam
tornar "vozes"
de uma comunicação
positiva"
(Sampaio,
1993, p. 212).
|
 |
|
Referências
Citadas |
|
Blackburn,
B. (1982).
What you should
know about
Suicide, Waco:
Word books.
Cassorla,
R. (coord.)
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suicídio
- Estudos
brasileiros,
São
Paulo: Papirus.
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vol. 18, pp.
211-250.
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Tese de Mestrado,
Lisboa: ISCTE.
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Lisboa: Editorial
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Oliveira,
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A influência
do contexto
na percepção
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morte, Psicologia,
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Lisboa: ISCTE.
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Valores e
representações
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Tese de Mestrado,
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(1987). Suicídio
e autópsia
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Morre Sozinho
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Sampaio, D.
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Sampaio, D.
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Sampaio, D.
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Lisboa: ISPA.
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(1997). Para-suicídio,
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Coimbra: U.
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Saraiva, C.
(1999). Para-suicídio,
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Shneidman,
E. (1981).
Suicide Thoughts
and Reflections,
1960-1980,
London: Human
Sciences Press.
Shneidman,
E. (1996).
The suicidal
mind, Oxford:
Oxford Univ.
Press.
|
 |
|
(1)
Os membros do
grupo de investigação
científica
do NES são: |
|
Daniel
Sampaio (1)
Abílio
Oliveira (2)
Graça
Vinagre (3)
Maria G. Pereira
(4)
Nazaré
Santos (5)
Olga Ordaz
(6)
(1)
Médico.
Professor
Associado
com Agregação
da Faculdade
de Medicina
de Lisboa.
Coordenador
do Núcleo
de Estudos
do Suicídio.
(2) Engenheiro
informático.
Mestre em
psicologia
social. Assistente
no Instituto
Superior de
Ciências
do Trabalho
e da Empresa,
Lisboa.
(3) Psicóloga.
Especialista
em enfermagem
de saúde
infantil e
pediátrica.
Professora
Adjunta da
Escola Superior
de Enfermagem
Calouste Gulbenkian,
Lisboa.
(4) Membro
da Unid. de
Investigação
de psicologia
cognitiva
de desenvolvimento
e educação.
Assistente
no Instituto
Superior de
Psicologia
Aplicada,
Lisboa.
(5) Médica.
Assistente
Hospitalar
de psiquiatria
do Hospital
de Santa Maria,
Lisboa.
(6) Mestre
em psicologia
social. Especialista
em enfermagem
de saúde
mental e psiquiátrica.
Professora
Adjunta da
Esc. Sup.
de Enfermagem
Calouste Gulbenkian,
Lisboa.
|
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